terça-feira, 7 de abril de 2009
Juro a Mim Mesmo
A partir de Hoje eu sempre aprenderei algo novo, experimentarei coisas diferentes, saborearei com gosto tudo que a Vida tem para oferecer. Eu mudarei o que quiser e puder mudar . O restante deixarei simplesmente passar ... Eu agradecerei por tudo que tenho de melhor, por ser alguém que pode ser melhor, pois sei Agora que isso é possível. A partir de Hoje e para sempre. Juro a Mim Mesmo
Texto de Silvia Schmidt
segunda-feira, 6 de abril de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O que muda com a reforma ortográfica
1. quando o segundo elemento começar com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminarem em r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA - Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL - Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO - Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO - Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem” ·2. em palavras terminadas em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO - Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca” ·3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA - No português lusitano:
1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo” ·2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil - “erva" e "úmido"
domingo, 8 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Tendências pedagógicas
Este grupo considera a sociedade harmoniosa, na qual cada membro está interagindo e funcionando, e a educação imerge como instrumento de correção.
O segundo grupo é composto por críticas, uma vez que se empenham em compreender a educação remetendo-se as condicionantes, isto é, aos determinantes sociais como estrutura econômica. Concebe a sociedade como sendo marcada pela divisão de grupos antagônicos que se relacionam a base da força, a qual se manifesta fundamentada nas condições de produção de vida material. Neste contexto a educação é entendida como inteiramente dependente da estrutura geradora da marginalidade.
Pedagogia Tradicional:
Os sistemas nacionais de ensino datam do século passado, originados do princípio de que a educação era um direito de todos e dever do estado.
Este princípio de corria do tipo de sociedade correspondente aos novos interesses da nova classe que se consolidara no poder da burguesia. Para superar o antigo regime e esconder um tipo de sociedade democrática, que pregava o contrato social livre entre os indivíduos, era preciso vencer a barreira da ignorância. Para tornar os indivíduos livres. Assim as escolas são erguidas como instrumento de conversão dos súditos em cidadão.
A escola surge como antídoto ã ignorância, seu papel é de difundir a instrução, transmitir os conhecimentos acumulados pela humanidade e sistematizados logicamente.
• A organização escolar ocorre como uma agência centrada no professor, o qual transmite segundo uma gradação lógica, o acervo cultural dos alunos. Aos alunos cabe assimilar os conhecimentos que são transmitidos.
• A teoria pedagógica então está baseada neste tipo de organização como as iniciativas cabiam ao professor, o essencial era contar com um professor razoavelmente bem preparado.
• Assim, as escolas eram organizadas na forma de classes, cada qual contando com um professor que expunha a lição, que os alunos seguiam atentamente e explicava os exercícios que os alunos deviam realizar disciplinarmente.
Pedagogia Nova:
• Diante as críticas à Pedagogia Tradicional devido à decepção, pois a escola não conseguiu realizar nem a universalização do ensino, pois nem todos nela ingressam e mesmo que ingressem não eram bem sucedidos, e mesmo os “bem sucedidos” se ajustam ao tipo de sociedade.
• A Pedagogia Nova surge no final do século, como teoria no poder da escola e em função da equalização social. Toma corpo um amplo movimento de reforma cuja a expressão mais típica ficou conhecida como escolanovismo.
• Nesta época surge a biopsicologização da sociedade, da educação e da escola e surgem os testes de Q.I. e de personalidade. O Conceito de anormalidade biológica une-se ao conceito de anormalidade psíquica.
• Tendo em vista a concepção do ajuste dos indivíduos que são diferentes e únicos, a organização escolar teria de se reorganizar, a escola deveria agrupar os alunos segundo áreas de interesses decorrentes de sua atividade livre.
• O professor era um estimulador e orientador de aprendizagem cuja iniciativa principal caberia ao aluno.
• A aprendizagem seria decorrência espontânea do ambiente estimulante e da relação interpessoal, essência da atividade educativa. Com um ambiente dotado de materiais didáticos ricos e biblioteca de classe.
• Esse tipo de escola não deu certo, pois não conseguiu alterar o significativamente o panorama organizacional dos sistemas escolares, pois dependia de um custo muito elevado.
• Assim se organizou apenas como escola experimental ou com núcleos raros, disponibilizados a pequenos grupos.
Pedagogia Tecnicista:
• Surge na primeira metade do século atual, se baseia nos pressupostos da neutralidade científica e racionalidade, eficiência e produtividade. Veio para reordenar o processo educativo de maneira a torná-lo objetivo e operacional. Pretendendo a objetivação do trabalho pedagógico, com organização racional capaz de minimizar as interferências subjetivas que pudessem pôr em rico sua eficiência, mecanizando o processo.
• Na pedagogia tecnicista o elemento principal é a organização racional dos meios, ocupando o professor e o aluno posição secundária, pois são executores.
• Nesta concepção o marginalizado é o incompetente, isto é, o incompetente é o ineficiente e improdutivo. Assim a escola está fazendo sua parte formando indivíduos que aumentarão a produtividade da sociedade; cumprindo sua função social, equilibrando o sistema.
• A educação é concebida como subsistema, sua base de sustentação teórica desloca-se para teoria behaviorista- aprender a fazer.
• Esta teoria corresponde a uma reorganização das escolas que passam por uma crescente burocratização em seu processo. O controle era feito basicamente através de formulários.
Comparação:
• Como pudemos verificar, o primeiro grupo acredita que a educação está capacitada a intervir eficazmente na sociedade, transformando-a, corrigindo as injustiças e promovendo a equalização social. Consideram apenas a ação da educação sobre a sociedade, porque desconhecem as determinações sociais do fenômeno educativo logo são teorias não crítica.
As teorias crítico- reprodutivas:
• Este grupo é denominado crítico, pois postulam não ser possível conceber a educação senão a partir dos seus condicionantes sociais.
• Logo a educação é dependente da sociedade e sua conclusão é que a função própria da educação consiste na reprodução da sociedade em que se insere.
Teoria do sistema de ensino enquanto violência simbólica:
• É uma teoria que se desdobra dedutivamente nos princípios universais para enunciados analíticos.
• A violência simbólica é ponto de partida; pois a sociedade se estrutura como um sistema de relações de força material entre grupos ou classes. Sobre a base da força material e sob sua determinação ergue-se um sistema de relações de força simbólica, cujo papel é reforçar, por dissimulação as relações de forca material; o reforçamento da violência material se dá pela conversão ao plano simbólico, onde se produz e reproduz o reconhecimento da dominação.
Teoria da escola enquanto aparelho ideológico de Estado (AIE):
• A ação pedagógica se auto- realiza através do trabalho pedagógico entendido como trabalho de “encucação” que deve durar o bastante para produzir uma formação durável, isto é, um “habitus”.
• Funciona massivamente pela violência e secundariamente pela ideologia e repressão.
• O conceito aparelho ideológico de estado deriva da teoria de uma existência material, a ideologia existe sempre radicada em práticas materiais definidas por instituições materiais.
• Em suma a ideologia se materializa em aparelhos: os aparelhos ideológicos de Estado, este foi colocado em posição dominante nas formações capitalistas, após uma violenta luta de classes políticas e ideológicas contra o antigo aparelho ideológico de Estado dominante, é o aparelho Ideológico Escolar. A escola constituiu o aparelho ideológico mais acabado de reprodução das relações de reprodução capitalista.
Teoria da escola dualista:
• É retomado o conceito de aparelho escolar como unidade contraditória de duas redes de escolarização.
• Aparelho ideológico: contribui para a formação de força de trabalho e para a encucação da ideologia burguesa.
PLANEJAR é....
1. Planejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objetivos, visando ao melhor funcionamento de empresas, instituições, setores de trabalho, organizações grupais e outras atividades humanas. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação; processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios (materiais) e recursos (humanos) disponíveis, visando à concretização de objetivos, em prazos determinados e etapas definidas, a partir dos resultados das avaliações (PADILHA, 2001, p. 30).
2. Planejar, em sentido amplo, é um processo que “visa a dar respostas a um problema, estabelecendo fins e meios que apontem para sua superação, de modo a atingir objetivos antes previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro”. Mas considerando as condições do presente, as experiências do passado, os aspectos contextuais e os pressupostos filosófico, cultural, econômico e político de quem planeja e com quem se planeja. (idem, 2001, p. 63).
Planejar é uma atividade que está dentro da educação, visto que esta tem como características básicas: evitar a improvisação, prever o futuro, estabelecer caminhos que possam nortear mais apropriadamente a execução da ação educativa, prever o acompanhamento e a avaliação da própria ação. Planejar e avaliar andam de mãos dadas.
PLANO DE AULA É…
1. Plano de aula é um documento utilizado pelo professor para elaborar o seu dia letivo, para o registro de decisões do tipo: o que se pensa fazer, como fazer, quando fazer, com que fazer, como quem fazer. Para existir plano é necessária a discussão sobre fins e objetivos, culminando com a definição dos mesmos, pois somente desse modo é que se podem responder as questões indicadas acima.
O plano é a “apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas relativas à ação a realizar” (FERREIRA apud PADILHA, 2001, p. 36). Plano tem a conotação de produto do planejamento.
Plano de aula é um “guia” e tem a função de orientar a prática do professor, partindo da própria prática e, portanto, não pode ser um documento rígido e absoluto. Ele é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejar que, por sua vez, envolve desafios e contradições (FUSARI, op. cit.).
Planejamento x Plano de Aula
Sendo o planejamento o processo de estruturação e organização da ação educativa em forma de intervenções sistematizadas e orientadas para obtenção de resultados através do plano de aula, o mesmo envolve um conjunto de operações mentais, dinâmicas, estratégicas e contínuas.
É o processo que antecede as ações e tem função de organizador da prática pedagógica. Para tanto necessita ter dados precisos e claros.
Vejamos como Luiz Alves de Mattos em seu livro Sumário de Didática Geral, direciona essa busca:
“Previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas do trabalho educacional que envolvem as atividades docentes e discentes, de modo a tornar o ensino seguro e eficiente” ( Mattos, 1971, p. 140).
A esse conceito poderíamos hoje acrescentar, ainda, colocar em ordem os passos que se devem seguir de forma qualitativa e estruturada.
Aqui temos algumas informações necessárias para iniciarmos uma pesquisa reflexiva para elaboração de um plano de aula diferenciado. Ao qual apresente uma seqüência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo em sala de aula com detalhes, objetivos a serem alcançados (conhecimento, competências e habilidades), itens do conteúdo, as metodologias e estratégias que serão utilizadas, os procedimentos que serão adotados e as atividades que serão desenvolvidas assim como os recursos, a avaliação e referência.
Porém encontramos uma diversidade de modelos bastante diferenciados, uma vez que esta atividade muda conforme o modelo de cada instituição, mas há uma matriz na qual se pode apoiar para a construção do nosso plano de aula a fim de alcançar nossos objetivos pedagógicos.
Identificação do plano:
· Nome da instituição de ensino (também do centro e do departamento se for o caso);
· Nome do curso;
· Módulo;
· Função;
· Sub-função;
· Área do conhecimento;
· Nome do professor ministrante;
· Período e carga horária;
· Tema da aula ou assunto.
Conteúdo (programático):
· Estabelecimento de tópicos na seqüência em que vão ser apresentados no decorrer da aula;
· Considerar que toda aula tem abertura, desenvolvimento e encerramento (início, meio e fim).
Objetivos:
(capacitar, instrumentalizar os alunos para…).
Estratégias (de aprendizagem e metodologia):
(Procedimentos adotados para facilitar o processo de aprendizagem).
· Aulas expositivas;
· Dinâmicas;
· Debates;
· Seminários;
· Exercícios;
· Análises;
· Situações-problemas;
· E outros que o professor julgue necessário.
Recursos didáticos:
(A designação dos recursos áudio-visuais mostra a dinâmica da aula).
· Quadro de giz;
· Retroprojetor;
· Datashow;
· Rádio;
· Cartazes;
· Painéis;
· Vídeo;
· Dvd;
· E outros que o professor julgue necessário.
Avaliação:
(designa de que forma o professor avaliará os alunos na aula).
· Participação;
· Análise de caso;
· Atividades práticas;
· Situações-problemas;
· Apresentação de trabalhos;
· E outros que o professor julgue necessário.
Referências:
· Indicar conforme as normas vigentes, os autores e obras utilizados na preparação da aula;
· Indicar periódicos e sites visitados.
Lembre-se: Embora represente apenas uma faceta da atividade docente, o plano de aula proporciona maior qualidade, equilíbrio e segurança ao professor na sala de aula. Sendo que permite a esse profissional auxiliar de maneira mais eficaz os alunos; encorajando-os assim, a serem pensadores críticos, criativos e atuantes, com capacidade para assumirem sua própria e permanente formação.
REFERÊNCIAS
BENINCÁ, E. As origens do planejamento participativo no Brasil. Revista Educação - AEC, n. 26, jul./set. 1995
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão escolar: teoria e prática. 4. ed. Goiânia: Editora alternativa, 2001
LÜCK, H. Planejamento em orientação educacional. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 1991
MATTOS, L.A. de Sumário de Didática Geral. Rio de Janeiro: Aurora, 1971
PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São Paulo: Libertad, 1995
domingo, 21 de dezembro de 2008
Tecnologia Asssitiva
http://www.assistiva.com.br/
Conceito
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.
É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).
O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil como Tecnologia Assistiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana conhecida como Public Law 100-407 e que foi renovada em 1998 como Assistive Technology Act de 1998 (P.L. 105-394, S.2432). Ela compõe, com outras leis, o ADA - American with Disabilities Act, que regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos EUA, além de prover a base legal dos fundos públicos para compra dos recursos que estes necessitam.
A Tecnologia Assistiva se compõe de Recursos e Serviços. Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.
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Recursos
Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
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Serviços
São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como:
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Fisioterapia
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Terapia ocupacional
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Fonoaudiologia
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Educação
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Psicologia
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Enfermagem
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Medicina
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Engenharia
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Arquitetura
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Design
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Técnicos de muitas outras especialidades
No Brasil, encontramos também terminologias diferentes que aparecem como sinônimos da Tecnologia Assistiva, tais como “Ajudas Técnicas”, “Tecnologia de Apoio“, “Tecnologia Adaptativa” e “Adaptações”.
Objetivos da Tecnologia Assistiva
Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.
Por que o termo "Tecnologia Assistiva"?
Um texto de Romeu Kazumi Sassaki, escrito em 1996:
ASSISTIVE TECHNOLOGY
Lendo artigos sobre equipamentos, aparelhos, adaptações e dispositivos técnicos para pessoas com deficiências, publicados em inglês, ou vendo vídeos sobre este assunto produzidos em inglês, encontramos cada vez mais freqüentemente o termo assistive technology.
No contexto de uma publicação ou de um vídeo, é fácil entender o que esse termo significa. Seria a tecnologia destinada a dar suporte (mecânico, elétrico, eletrônico, computadorizado etc.) a pessoas com deficiência física, visual, auditiva, mental ou múltipla. Esses suportes, então, podem ser uma cadeira de rodas de todos os tipos, uma prótese, uma órtese, uma série infindável de adaptações, aparelhos e equipamentos nas mais diversas áreas de necessidade pessoal (comunicação, alimentação, mobilidade, transporte, educação, lazer, esporte, trabalho e outras). No CD-ROM intitulado Abledata, já estão catalogados cerca de 19.000 produtos tecnológicos à disposição de pessoas com deficiência e esse número cresce a cada ano.
Mas como traduzir assistive technology para o português? Proponho que esse termo seja traduzido como tecnologia assistiva pelas seguintes razões:
Em primeiro lugar, a palavra assistiva não existe, ainda, nos dicionários da língua portuguesa. Mas também a palavra assistive não existe nos dicionários da língua inglesa. Tanto em português como em inglês, trata-se de uma palavra que vai surgindo aos poucos no universo vocabular técnico e/ou popular. É, pois, um fenômeno rotineiro nas línguas vivas.
Assistiva (que significa alguma coisa "que assiste, ajuda, auxilia") segue a mesma formação das palavras com o sufixo "tiva", já incorporadas ao léxico português. Apresento algumas dessas palavras e seus respectivos vocábulos na língua inglesa (onde eles também já estão incorporados). Foram escolhidas palavras que se iniciam com a letra a, só para servirem como exemplos.
associativa - associative adotiva - adoptive
adutiva - adductive afetiva - affective
acusativa - accusative adjetiva - adjective
aquisitiva - aquisitive agregativa - aggregative
ativa - active assertiva - assertive
adaptativa - adaptive aplicativa - applicative
Nestes tempos em que o movimento de vida independente vem crescendo rapidamente em todas as partes do mundo, o tema tecnologia assistiva insere-se obrigatoriamente nas conversas, nos debates e na literatura. Urge, portanto, que haja uma certa uniformidade na terminologia adotada, por exemplo com referência à confecção/fabricação de ajudas técnicas e à prestação de serviços de intervenção tecnológica junto a pessoas com deficiência.
Categorias de Tecnologia Assistiva
A presente classificação faz parte das diretrizes gerais da ADA, porém não é definitiva e pode variar segundo alguns autores. O importante é destacar a importância que esta organização confere ao universo de recursos, que até aqui vinham sendo confundidos com equipamentos da área médica/hospitalar (estrito senso) bem como outros não reconhecidos como ajudas de vida diária. A importância desta classificação está no fato de organizar a utilização, prescrição, estudo e pesquisa destes materiais e serviços, além de oferecer ao mercado focos específicos de trabalho e especialização.
1
Auxílios para a vida diária
Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.
2
CAA (CSA)
Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa
Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.
3
Recursos de acessibilidade ao computador
Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com dEficiência a usarem o computador.
4
Sistemas de controle
de ambiente
Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.
5
Projetos arquitetônicos para acessibilidade
Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com dEficiência.
6
Órteses e
próteses
Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.
7
Adequação Postural
Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros.
8
Auxílios
de mobilidade
Cadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.
9
Auxílios para cegos ou com visão sub-normal
Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc.
10
Auxílios para surdos ou com déficit auditivo
Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado — teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros.
11
Adaptações em veículos
Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.
Símbolos de Comunicação Pictórica • Picture Communication Symbols (PCS)
© 1981-2007 Mayer-Johnson, LLC. Todos os direitos reservados.
Atuação da Tecnologia Assistiva
A Tecnologia Assistiva visa melhorar a FUNCIONALIDADE de pessoas com deficiência. O termo funcionalidade deve ser entendido num sentido maior do que habilidade em realizar tarefa de interesse.
Segundo a CIF - Classificação Internacional de Funcionalidade, o modelo de intervenção para a funcionalidade deve ser BIOPSICOSOCIAL e diz respeito a avaliação e intervenção em:
*
Funções e estruturas do corpo - DEFICIÊNCIA
*
Atividades e participação - Limitações de atividades e de participação.
*
Fatores Contextuais - Ambientais e pessoais
Para conhecer melhor a CIF - Classificação Internacional de Funcionalidade e os conceitos emitidos pela OMS - Organização Mundial da Saúde, clique em www.deb.min-edu.pt/fichdown/ensinoespecial/CIF1.pdf
Visão Geral dos Componentes da CIF - 2003
1. Funções e Estruturas do Corpo e Deficiências
Definições:
• Funções do Corpo são as funções fisiológicas dos sistemas orgânicos (incluindo as funções psicológicas).
• Estruturas do Corpo são as partes anatômicas do corpo, tais como, órgãos, membros e seus componentes.
• Deficiências são problemas nas funções ou na estrutura do corpo, como um desvio importante ou uma perda.
2. Atividades e Participações / Limitações de Atividades e Restrições de Participação
Definições:
• Atividade é a execução de uma tarefa ou ação por um indivíduo.
• Participação é o envolvimento numa situação da vida.
• Limitações de Atividades são dificuldades que um indivíduo pode encontrar na execução de atividades.
• Restrições de Participação são problemas que um indivíduo pode experimentar no envolvimento em situações reais da vida.
3. Fatores Contextuais
Representam o histórico completo da vida e do estilo de vida de um indivíduo. Eles incluem dois fatores - Ambientais e Pessoais - que podem ter efeito num indivíduo com uma determinada condição de saúde e sobre a Saúde e os estados relacionados com a saúde do indivíduo.
• Fatores Ambientais:
Constituem o ambiente físico, social e atitudinal no qual as pessoas vivem e conduzem sua vida. Esses fatores são externos aos indivíduos e podem ter uma influência positiva ou negativa sobre o seu desempenho, enquanto membros da sociedade, sobre a capacidade do indivíduo para executar ações ou tarefas, ou sobre a
função ou estrutura do corpo do indivíduo.
• Fatores Pessoais:
São o histórico particular da vida e do estilo de vida de um indivíduo e englobam as características do indivíduo que não são parte de uma condição de saúde ou de um estado de saúde. Esses fatores podem incluir o sexo, raça, idade, outros estados de saúde, condição física, estilo de vida, hábitos, educação recebida, diferentes maneiras de enfrentar problemas, antecedentes sociais, nível de instrução, profissão, experiência passada e presente, (eventos na vida passada e na atual), padrão geral de comportamento, caráter, características psicológicas individuais e outras características, todas ou algumas das quais podem desempenhar um papel na incapacidade em qualquer nível.
4. Modelos Conceituais
Para compreender e explicar a incapacidade e a funcionalidade, foram propostos vários modelos conceituais:
• Modelo Médico:
Considera a incapacidade como um problema da pessoa, causado diretamente pela doença, trauma ou outro problema de saúde, que requer assistência médica sob a forma de tratamento individual por profissionais. Os cuidados em relação à incapacidade têm por objetivo a cura ou a adaptação do indivíduo e mudança de comportamento. A assistência médica é considerada como a questão principal e, a nível político, a principal resposta é a modificação ou reforma da política de saúde.
• Modelo Social:
O modelo social de incapacidade, por sua vez, considera a questão principalmente como um problema criado pela sociedade e, basicamente, como uma questão de integração plena do indivíduo na sociedade. A incapacidade não é um atributo de um indivíduo, mas sim um conjunto complexo de condições, muitas das quais criadas pelo ambiente social. Assim, a solução do problema requer uma ação social e é da responsabilidade coletiva da sociedade fazer as modificações ambientais necessárias para a participação plena das pessoas com incapacidades em todas as áreas da vida social. Portanto, é uma questão atitudinal ou ideológica que requer mudanças sociais que, a nível político, se transformam numa questão de direitos humanos. De acordo com este modelo, a incapacidade é uma questão política.
• Abordagem Biopsicosocial:
A CIF baseia-se numa integração desses dois modelos opostos. Para se obter a integração das várias perspectivas de funcionalidade é utilizada uma abordagem "biopsicossocial". Assim, a CIF tenta chegar a uma síntese que ofereça uma visão coerente das diferentes perspectivas de saúde: biológica, individual e social.
Artigos sobre Tecnologia Assistiva
CEDI • INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA ASSISTIVA • Rita Bersch (arquivo em formato PDF - 1,8MB)
PALESTRA CAA • Nadia Browning (arquivo em formato PDF - 2,3MB)
Links para Sites de Tecnologia Assistiva
PORTUGUÊS/ESPANHOL (BRASIL, PORTUGAL, ESPANHA)
CEDI • SENSOFTWARE - ÓTIMO PARA ACIONADORES (gratuito - download de arquivo zipado 4MB - instruções em arquivo txt)
TA • KIT ACESSO
UFRJ • PROJETO DOSVOX
UFRJ • PROJETO LENTE PRO
UFRJ • PROJETO MOTRIX
ACESSIBILIDADE.NET • ACESSIBILIDADE PARA TODOS
REDE SARAH DE HOSPITAIS
NIEE UFRGS • NÚCLEO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
PROJECTE FRESSA • SOFTWARE PARA LA EDUCACIÓN ESPECIAL
INFORMATICA PARA ORIENTADORES
MANOLO.NET • DEFICIÊNCIA VISUAL
Fonte; http://www.assistiva.com.br/
PROINFO INTEGRADO
Estou aproveitando o site linuxeducacional.com através do curso Linux Educacional 2.0 para divulgar o excelente material disponibilizado pelo MEC, além de fazer minhas contribuições com sugestões de links e algumas animações.
http://www.linuxeducacional.com/
HOT POTATOES
Ferramentas do Hot Potatoes
Segue abaixo uma breve discriminação das principais característica de cada ferramenta, isto é, que tipo de exercício cada uma delas produz.
JCloze: tal ferramenta cria exercício de completar lacunas (ou de preenchimento de espaço).
JQuiz: nessa o foco são atividades com questões de respostas curtas que podem se resumir em palavras, pequenas expressões ou até diminutas frases.
JCross: essa ferramenta cria as palavras cruzadas, um formato de exercício bem conhecido.
JMix: o exercício proposto por essa ferramenta é um espécie de ordenador de frases, conhecido popularmente como sopa de palavras.
JMatch: nessa o trabalho de associação entre “colunas” é a prosposta de exercício.
Instalação e configuração do programa
Para instalação do programa, vale a pena observar algumas informações. Para fins educativos, o programa Hot Popatoes é gratuito, basta que se preencha no sítio oficial do programa um formulário e posterior se proceda ao registro do programa (mais informações no guia). Além disso, o programa está disponível no idioma português. Logo abaixo, seguem alguns etapas básicas para uso do programa.
* Instalação: para instalação, é preciso que o usuário acesse ao seguinte endereço: web.uvic.ca/hrd/hotpot/. Na seqüência, busque na seção de Download a versão do programa que esteja de acordo com o sistema operacional do seu microcomputador (Windons, Macintosh e Linux).
* Entrada com os dados: faz-se necessário, de acordo com característica de cada ferramenta, entrar ordenadamente com os dados relativos ao conteúdo que se deseja trabalhar.
* Ajuste: prestar de informações adicionais para que o usuário(estudante) não se perca durante a realização das atividades, como por exemplo, comando das questões ou inserção de texto para orientação do estudante.
* Exportação: após criação em si das questões, é preciso passá-las para um formato Web. Isso se faz com um simples clicar em um determinado botão disponível no próprio programa.
* Publicação: com a utilização de software de publicação os exercícios são disponibilização na internet. E assim finalmente acessível aos alunos.
Tutoriais
Na internet, encontram-se muitos tutoriais que auxiliam os professores no manuseio das ferramentas disponíveis no Hot Potatoes. Segue abaixo uma seleção de links de tutoriais que podem ser bastante úteis para instrução dos usuários a cerca das peculiaridades de cada ferramenta.
www.cceseb.ipbeja.pt/Hotpotatoes/index.htm
www.pgie.ufrgs.br/dicasonline/hotpotatoes www.acessus.net/html/tutoriais/potatoes/potatoes.htm
Também como forma de munir o usuário de informações sobre o programa, seguem abaixo links de guias do Hot potatoes:
woodstock.unicamp.br/nou-rau/ead/document/?view=25
www.aulaintercultural.org/IMG/pdf/gui_E3o_20hotpotatoes.pdf
Aplicação educativa do programa
É possível visualizar, com o Hot Potatoes, uma série de atividades que podem ser utilizadas no enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem, no auxílio a alunos e a professores frente aos desafios propostos pelo dia-a-dia da sala de aula. Além disso, é preciso acrescentar que o uso do programa aproxima alunos e professores do universo digital, o que pode resultar na elevação da qualidade do ensino. Apresentam-se abaixo sítios que trazem o Hot Potatoes como produto final, ou seja, pronto para uso pelos estudantes.
web.educom.pt/escolovar/hotpot_lp.htm
www.ufpel.tche.br/faem/dfs/quiz/
www.eb23-guifoes.rcts.pt/NetMate/sitio/Hot-Potatoes.htm web.educom.pt/escolovar/hotpot_mat.htm
Webquest -recurso da internet
O conceito foi criado em 1995 por Bernie Dodge, professor estadual da Califórnia (EUA) tendo como proposta metodológica o uso da Internet de forma criativa. A Webquest é uma atividade investigativa onde as informações com as quais os alunos interagem provêm da internet.
Sua elaboração
É feita por um professor para ser solucionada por alunos reunidos em grupos.
Seus recursos
Também chamados de fontes, os recursos podem ser livros, vídeos e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas da Web.
Tipos
Bernie Dodge define a Webquest em:
Curta: Leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e seu objetivo é a integração do conhecimento.
Longa: Leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos em sala de aula e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.
A Webquest é constituída de sete seções:
- Introdução - Determina a atividade.
- Tarefa - Informa o software e o produto a serem utilizados.
- Processo - Define a forma na qual a informação deverá ser organizada (livro, vídeos etc).
- Fonte de informação - Sugere os recursos: endereços de sites, páginas da Web.
- Avaliação - Esclarece como o aluno será avaliado.
- Conclusão - Resume os assuntos explorados na Webquest e os objetivos supostamente atingidos.
- Créditos - Informa as fontes de onde são retiradas as informações para montar a webquest, quando página da Web coloca-se o link, quando material físico coloca-se a referência bibliográfica. É também o espaço de agradecimento às pessoas ou instituições que tenham colaborado na elaboração.
Objetivos Educacionais
- O educador moderniza os modos de fazer educação (sincronizado com o nosso tempo/internet).
- Garante o acesso à informação autêntica e atualizada.
- Promove uma aprendizagem cooperativa.
Desenvolver habilidades cognitivas
“Aprendizagens significativas são resultados de atos de cooperação, as WQs estão baseadas na convicção de que aprendemos mais e melhor com os outros do que sozinhos.”
- Favorece as habilidades do conhecer (o aprender a aprender).
- Oportuniza para que os professores de forma concreta se vejam como autores da sua obra e atuem como tal. (acessar, entender e transformar).
- Favorece o trabalho de autoria dos professores.
- Incentivar a criatividade dos professores e dos alunos que realizarão investigações com criatividade.
- Favorecer o compartilhamento dos saberes pedagógicos, pois é uma ferramenta aberta de cooperação e intercâmbio docente de acesso livre e gratuito.
Quem esta usando as WQs
Pelo seu aspecto pedagógico, dinâmico, amplo, informativo e investigativo, estimula:
- Professores, Mestres e Doutores das mais diversas áreas e seguimentos.
- Alunos.
Exemplos de WQs
www.vivenciapedagogica.com.br
webquest.sp.senac.br
www.webquest.futuro.usp.br
www.ese.ips.pt/abolina/webquests/bio/biodiversidade.html
www.escolabr.com
www.webquest.futuro.usp.br
www.edukbr.com.br
www.escolanet.com.br
www.iep.uminho.pt/encontro.webquest/workshops.htm
www.livre.escolabr.com/ferramentas/wq/
wqtiete.vila.bol.com.br
wqenergia.vila.bol.com.br
Passos para elaboração de uma Webquest
Planejar
* Definir o tema
* Selecionar fontes de informação
* Delinear a tarefa
* Estruturar o processo
Formatar
* Escrever a introdução
* Escrever a conclusão
* Inserir o conteúdo no gabarito
Publicar
* Fazer os acertos finais
* Publicar a Webquest
Gabaritar
* Nessa etapa é necessário usar um editor HTML, o que exige conhecimento em informática
- Modelo de gabaritos.
O suporte oferece ferramentas de produção gratuitas, acervo de imagens, editores de html, hospedagen de sites, etc.
WebQuest além dos limites
LanQuest (BARROS, 2005) - Baseada na mesma metodologia de Bernie Dodge, só que em páginas off line, fora do espaço web, utiliza apenas um software de navegação, onde é simulada a navegação que ocorre na Internet. É uma possibilidade de trabalho que vai além do ciberespaço na extensão de um software de autoria, ou apresentação pronta em html. Ideal para escolas que não têm acesso a laboratórios de informática.
PaperQuets - É uma metodologia baseada na WebQuest que tem como referência para o trabalho fontes bibliográficas (biblioteca). Assim como a LanQuest, a PaperQuet também é ideal para escolas que não têm acesso a laboratórios de informática.
A PaperQuest pode ter o formato de um jogo, as tarefas impressas em cartões com várias possibilidades de aventura (urbana, na mata, no espaço, etc...). Os alunos irão pesquisar e jogar ao mesmo tempo, por meio de ferramentas semelhantes ao PHPWebQuest (Barros 2005), onde a familiarização e a criticidade na análise dos textos encontrados em livros, jornais e revistas são necessárias.
PHPWebQuest - É um programa educativo criado pelo professor espanhol Antônio Temprano para criar Webquest, Miniquest e caça ao Tesouro sem escrever o código HTML ou utilizar programas de edição de páginas de Web. O usuário pode editar e ou apagar as atividades criadas por ele. Uma de suas vantagens de edição de WebQuest pelo phpwebquest é que todo texto pode ser editado em html para quem já utiliza alguma ferramenta de produção nesse formato, tornando-se viável e possível no caso de alunos em situação de deficiência visual, a navegação por leitores de tela.
Créditos - WEBQUEST:
Metodologia que ultrapassa os limites do Ciberespaço.
Profa Gílian Cristina Barros - www.escolabr.com
Gabarito - www.webquest.futuro.usp.br
Espaço para discussão Wqs - www.escolabr.com
Blog como recurso educacional
Blog como recurso educacional
Os Blogs são páginas pessoais, em formato de diários, atualizadas a qualquer momento, trazendo links para outros blogs do dia-a-dia ou temas específicos, como cinema, arte música, educação e gira em torno de comentários sobre atualidades trazendo mais cor, expressão, identificação e individualidade à Internet. | |
Weblogs, ou blogs, consistem em publicações de conteúdos como textos, links, fotos, poesias, déias, piadas, notícias etc... de forma cronológica como um jornal, ficando arquivado por um período determinado, através do próprio browser tornando-se mais fácil criar e publicar uma página Web como espaço pessoal, que faz do weblog mais de uma ferramenta tecnológica, mais uma forma de inclusão na comunidade Web. Composto por pequenos parágrafos, segue uma linha de tempo, como um fato após o outro, semelhante a uma home page, mas com a vantagem de veiculação da informação em tempo real, numa maior possibilidade de interação com o leitor , que pode emitir sugestões, comentários, críticas e mandar recados, enfim tudo o que a imaginação do autor permitir; Os blogs também são uma excelente forma de comunicação entre uma família, amigos, grupo de trabalho, ou até mesmo empresas. Ele permite que grupos se comuniquem de forma mais simples e organizada do que através de e.mail ou grupos de discussão; Muitos são pessoais, intimistas, veiculam idéias ou sentimentos do autor, alguns são voltados para diversão e outros para o trabalho, mas também tem aqueles que misturam tudo. Mas, em geral, enfocam um tópico ou área de interesse para quem os escreve. Usar um blog é como mandar uma mensagem instantânea para toda a web: você escreve sempre que tiver vontade e todos que visitam seu blog tem acesso ao que foi escrito. Certamente a natureza aberta e flexível dos weblogs incentiva tais diálogos; muitos usuários universitários de weblolgs, ou “bloggers” vem convidando indivíduos das comunidades locais, nacionais e internacionais a participar de suas aulas através de seus Weblogs. Nas mãos de professores criativos, os Weblogs podem permitir aos estudantes, conectar suas experiências de sala de aula ao mundo. Os Weblogs podem dar suporte a Educação de várias formas, como um jornal acadêmico, um espaço de reflexão e discussão dos estudantes, uma forma de construir conhecimento de forma autônoma e coletiva (colaborativa), uma ferramenta para estimular e registrar pesquisas, uma memória coletiva para equipes remotas ou não, bem como uma orientação para um estudante novo. Ainda, mesmo que todo o seu potencial não seja explorado ao máximo, pode-se utilizá-lo para fornecer o conteúdo de um curso e suas atualizações, pois os professores podem publicar e atualizar materiais com mais facilidade, eficiência e flexibilidade. Todo o processo - escolher o servidor, eleger e editar o visual, inscrever os participantes e decidir o nome e os “objetivos”do blog - pode ser feito coletivamente. Se cada educando colaborar com o blog uma vez por semana, já serão várias novidades por dia; É bom lembrar que os servidores tiram do ar os blogs que ficam muito tempo sem atualizações.
No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog. Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo. 5 - Amplia a aula Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova. 6 - Permite trocar experiências com colegas Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.) 7 - Torna o trabalho visível Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?Antes de fazer seu próprio blog, vale a pena consultar as realizações de algumas pessoas comuns ou dos mais variados profissionais. Faça uma busca livre pela Internet para descobrir o que se faz nos blogs pelo mundo afora e (re)invente o seu! * Betina von Staa é coordenadora de pesquisa em tecnologia educacional e articulista da divisão de portais da Positivo Informática. Autora e docente de cursos on-line para a COGEAE, a Fundação Vanzolini e o UnicenP, é doutora em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP.
Créditos - BLOG: revistaescola.abril.com.br/blog/blog_indice.shtml www.educacional.com.br www.educarede.org.br/educa/index.cfm www.infowester.com www.insite.com.br www.sinprosp.org.br | |
http://www.webeduc.mec.gov.br/webquest/index.php
Dica de site: Brincando se aprende
Dica de site: Brincando se aprende
O site sugere diversas animações em flash voltadas para a educação. As animações são divididas em categorias, sendo estas: Alfabetização, Artes, Artesanato, Brincadeiras, Caça Palavras, Cidadania, Ciências, Coord. Motora, Concentração, Cruzadinhas, Diversos, Ed. Especial, Ed. Física, Ed. no trânsito, Espanhol, Excel, Experiências, Filmes, Fábulas e Lendas, Geografia, História, Histórias Infantis, Imprimir, Informática, Inglês, Libras, Marketing Pessoal, Matemática, Meio Ambiente, Memória, Montar-Vestir, Música, Natal, Origami, Páscoa, Pedagogia, Pintar, Português, Powerpoint, Raciocínio, Religião, Saúde, Sete erros, Sexualidade, Quebra-Cabeça, Tangram, Testes Diversos, Vestibular, Vídeos online.
Provávelmente você irá encontrar uma que será útil para a sua prática docente.
Vale a pena uma visita.
Futuro da educação: Carteiras Multitoque
Futuro da educação: Carteiras Multitoque
Créditos da imagem: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/problemas-da-educação-são-resolvidos-com-carteiras-multitoque
No blog do Gizmodo versão brasileira saiu um artigo que comenta o desenvolvimento de carteiras multitoque interativa para uso em sala de aula.
acessem: http://www.gizmodo.com.br
bLogs sobre tecnologias
http://educaredenocp.blogspot.com
http://xiitadainclusao.blogspot.com/
http://rafaelnink.com/blog/
http://sobreeducaca o.blogspot. com
http://palavraaberta.blogspot.com/
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
frases...
- O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar. (Charles Chaplin)
- "Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho." (Gandhi)
- "A possibilidade de realizarmos um sonho é o que torna nossa vida interessante." (Paulo Coelho
- " Eu me sentia derrotado por não ter sapatos, até que certo dia encontrei um homem que não tinha pés " Harols Abbott
- "O amor é a melhor música na partitura da vida. Sem ele você será um eterno desafinado no imenso coral da humanidade." (Roque Schneider )
- Amo a liberdade, por isso...Deixo as coisas que amo livres ...Se elas voltarem é porque as conquistei, ...Se não voltarem é porque nunca as possuí. (John Lennon)
- Que a nossa mensagem seja a nossa própria vida." (Mahatma Gandhi)
- "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena." (Fernando Pessoa)
- "Quando morremos, nada pode ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e do nosso conhecimento". (Dalai-Lama)
- "Mantenham a mente aberta, assim como a capacidade de se preocupar com a humanidade e a consciência de fazer parte dela" (Dalai-Lama)
- A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita." (Mahatma Gandhi)
Quem sou eu...
Eu sou mais alguem...que...
Ninguém é dono da sua felicidade
por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém,
absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém
e não podemos querer ser donos
dos desejos, da vontade ou dos sonhos
de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta de vida.
Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você...
Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se anda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em seu interior a resposta para acalmar-lhe, você é reflexo do que pensa diariamente.
Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você e você estará afirmando para você mesmo, que está pronto para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.
Nossa compreensão do Universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.
Por fim, acredite que não estaremos sozinhos em nossas caminhadas, um instante sequer se nossos passos forem dados em busca de justiça e igualdade.
A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.
(Autoria:Paulo Roberto Gaefke)